Mendigo é salvo pela Palavra de Deus











Natal de 1994. Por volta das 2 horas da manhã do dia 25 de dezembro, um jovem de 18 anos, morador de rua, desistia de viver. Estava prestes a pular do Viaduto Doutor Arnaldo, na zona oeste da capital paulista. Já havia até escrito uma carta para a mulher que aprendeu a chamar de mãe, embora sequer soubesse de seu paradeiro. Sem pai nem mãe, abandonado aos 5 anos de idade, Milton Adalberto da Silva havia vivido até os 18 anos sob custódia do Estado.
Aos 6 anos de idade, seguiu para um orfanato no interior de São Paulo, de onde traz amargas lembranças de violência e descaso. Já adolescente, por volta dos 15 anos, foi para a Febem, como menor infrator. Saiu de lá e ficou 3 meses em uma pensão paga pelo governo, depois foi para as ruas de São Paulo. Passou fome, frio, medo, viciou-se em drogas e álcool. Tudo parecia perdido. Daí a ideia de se matar.
Naquela madrugada, porém, a vida de Milton, hoje evangélico, cantor de rap gospel, mudou. Um abençoado irmão, que por acaso passava no local, o abordou quando ele estava pronto para se lançar do viaduto. “Ele me disse que Jesus tinha um plano na minha vida, que não era para eu me matar. Aquele homem, que para mim era um anjo, fez grandes revelações e profetizou bênçãos sobre mim. Ele disse que Deus iria me tirar da rua e iria me honrar nesta Terra”.
Milton, ainda que confuso, pois nunca havia ouvido falar do Evangelho, creu naquelas palavras, aceitou Jesus e desistiu do plano trágico: “Senti uma paz muito grande, mas queria ver Jesus naquela hora, pensava que ele era um homem comum”. Era a primeira vez que alguém falava das boas-novas de Cristo para o rapaz que, até então, desconfiava da existência de Deus, tampouco conhecia Jesus.
O tempo passou, foram mais dois anos vivendo nas ruas, mas dia a dia as promessas de Deus foram se cumprindo em sua vida. Pessoas boas o ajudaram com emprego, lhe deram o que comer, o que vestir e Milton começou a sonhar. “Eu sentia que uma voz me dizia o que fazer e quem procurar”. Enquanto vivia nas ruas, almejava ser reconhecido pela sociedade, queria ser homem de bem, não um “peso”. “Resolvi tirar minha vida porque não queria me afundar nas coisas ruins, no roubo, no tráfico. Isso não tem volta”.
Agora no bom caminho, ele se inspira nas agruras que passou e na nova vida debaixo da graça de Deus, para compor seus raps. Milton é conhecido como o rapper Breakdown. Ele canta a sua história em várias canções, fala da violência sexual e maus-tratos sofridos no orfanato, dentre outros dramas que sofreu: “Deus me ajuda a lutar, pois minha mãe me deixou num mundo de dor”, diz um trecho da canção “Já é de madrugada”. A faixa faz parte de seu primeiro CD, uma edição especial, com oito canções e tiragem reduzida, que ele lança em setembro. É a realização de um projeto antigo, que ele concretiza com ajuda dos que se sensibilizam com sua história e acreditam no seu potencial artístico. As suas músicas são comoventes testemunhos contados nas batidas do rap. Como cantor independente ele já chama a atenção do meio secular. O rapper Breakdown foi indicado ao Prêmio Homem do Ano, promovido por Adela Villas Boas, na categoria artista independente. A revista Caras todos os anos faz coberturas especiais da premiação.
São mais de dez anos tentando emplacar as suas canções na mídia, para que todos possam ouvir e entender que uma pessoa na sarjeta tem sim o seu valor para Deus. “Eu era um ajudante de bate-estaca em uma obra em São Paulo, em 2001, quando conseguiu juntar R$ 1 mil e gravar a minha primeira fita cassete demo”, recorda.
Mesmo com tantas rasteiras da vida, Milton, incrivelmente, semeia a perseverança e não perde a fé. Já convertido, ele lembra que chegou por muitas vezes a ser expulso de igrejas evangélicas porque ainda era um mendigo: “Eu entrava na igreja, contava para os irmãos que tinha aceitado a Jesus, mas eles não acreditavam e me mandavam sair porque eu estava muito sujo. Diziam que se realmente eu fosse evangélico não estaria naquela condição. Ficava triste, mas não desistia, eu só precisava de ajuda”, lembra.
Em meio a tantas dificuldades em São Paulo, houve um momento que Milton resolveu voltar para o interior de São Paulo, na cidade onde cresceu no orfanato. Lá passou a frequentar uma igreja, casou-se, teve dois filhos (Micael, com 10 anos, e Noemi, com 11). Ficou três anos na cidade, mas acabou voltando para São Paulo, para continuar o seu projeto com a música. “Onde eu estava, os irmãos não aceitavam o rap, diziam que era coisa do diabo e que eu não deveria cantar mais aquilo, mas no meu coração Deus me dizia o contrário”, relembra.
Milton é movido pelo anseio de levar a palavra libertadora do Evangelho a pessoas que, como ele no passado, vivem na miséria, no abandono, na marginalidade, sem esperança. “Eu sou a prova de que Deus ama o pecador e tem um plano de Salvação para aqueles que creem em Jesus. Quero que todos saibam disso através da minha música”.
Em busca da própria história
Aos 35 anos de idade, Milton Adalberto da Silva sabe muito pouco sobre sua história. Tem no RG nome e sobrenomes sugeridos por um juiz, que também determinou nomes fictícios para seus pais, bem como a data de nascimento. No prontuário da extinta Febem/SP, hoje Fundação Casa, consta que ele foi entregue a uma instituição do governo em 25 de novembro de 1981. Em fevereiro de 1982, através de um exame de verificação de idade constava que ele tinha seis anos.
Milton não sabe nada sobre a sua família, o que sempre o perturbou. Encontrar sua mãe foi uma obsessão por longos anos. Procurou durante muito tempo por Maria Pereira da Silva – nome que constava em seus documentos, mas esta mulher, na realidade, não existia. Daí partiu em busca de Marly Lima da Silva, quem o entregou ao Estado, conforme descrição no prontuário. Uma escrivã, Iracema Merolla, o ajudou nesta busca incessante.
Foi em Mongaguá, no litoral sul de São Paulo, que ele reencontrou 30 anos depois a mulher a quem ele aprendeu a chamar de mãe: “Ela me contou que me entregou para o Estado porque seu marido não me aceitava. Na verdade, minha mãe biológica me deixou com ela, e nunca mais voltou”, conta Milton. O reencontro que ocorreu no início de julho de 2011 virou notícia de jornal, que repercutiu em vários veículos. A história foi estampada na capa do jornal O Diário de S.Paulo, além de outros veículos da mesma rede, como Bom Dia Jundiaí, Bom dia ABCD, Diário de Marília, Diário de Baurú, Diário de Ribeirão Preto, Diário de Sorocaba e Diário de São José do Rio Preto.
No início da década de 1980, Marly tomava conta de crianças em Cidade Ademar, na zona sul da capital. Nesta época, uma mulher, identificada como Maria, teria pedido para que ela tomasse conta do filho e desapareceu. Um ano e meio depois, Marly entregou o garoto à Justiça. Esta é a história registrada no prontuário da Febem. Segundo a própria Marly, ela procurou a Justiça para adotá-lo, mas não pôde porque tinha perdido os documentos em uma enchente. Só lhe restava a carteira de trabalho. Mais tarde, já com os documentos em mãos, não o encontrou.
Apesar da grande alegria por ter tido a oportunidade de abraçar Marly novamente, Milton ainda se vê diante da angústia de não saber do paradeiro de sua mãe e pai biológicos. Mas ele prefere se concentrar em outras coisas. O que mais o preocupa hoje é ver a difícil condição de Marly: “Quero muito ajudá-la, mas ainda não tenho recursos para dar uma moradia mais digna”, conta o rapaz, com olhar triste e ansioso.
O rapper sobrevive de alguns bicos e faz alguns trabalhos como garoto-propaganda de grifes que publicam anúncios na revista Tribo Skate. Mora em Diadema e frequenta a I greja Assembleia de Deus Mundial das Oliveiras, em Santo Amaro, há cerca de seis meses.
Remexendo nas lembranças
Muitas lembranças de Milton sobre seu passado ainda são confusas na sua cabeça. Ele recorda-se, com facilidade, porém, dos períodos mais dramáticos: “Uma situação que me revoltou demais foi quando um casal estrangeiro apareceu no orfanato e queria me adotar, mas a direção não deixou, sugeriu outro garoto. Eutrabalhava bastante lá, eles não queriam me deixar ir embora”. Tomado pela raiva, Milton conta que colocou fogo em colchões e, por conta disso, foi encaminhado aos 15 anos para Febem de Lins (SP) como menor infrator.
Dos primeiros anos que esteve sob custódia do Estado de São Paulo, num abrigo de menores na Rodovia Raposo Tavares, Milton diz que viveu nas instalações onde hoje funciona três núcleos da Fundação Casa. A reportagem o acompanhou em uma visita ao local, onde ele deu seu testemunho de superação a vários internos ereviveu algumas lembranças. Após sucessivas reformas e adequações, os prédios estão muito diferentes de sua época. Os núcleos têm estruturas que parecem escolas, exceto por algumas grades. Do passado, ainda há resquícios da antiga piscina – hoje um estacionamento – onde Milton sonhava em brincar. “Eu tinhadificuldades para andar, vivia na cadeira de rodas e nunca pude entrar na piscina”, contou.
Ele passou por várias instalações do núcleo e conversou com alguns internos. Em uma das conversas, na qual testemunhava que Deus ama a todos, um rapaz o questionou: “Será que Ele me ama mesmo, fiz tantas coisas erradas”. Milton respondeu com convicção: “Claro, tenho certeza disso”. Desconfiado, o garoto o desafiou. “Que provas você me dá que Deus me ama?”. Sem titubear, Milton respondeu: “Eu sou a sua prova do grande amor de Deus por nós”.
Mais oportunidades
Como exemplo de superação, Milton foi muito bem recebido por diretores da Fundação Casa da Raposo Tavares. Refeito de seus traumas, ele observou que os meninos internos hoje têm muito mais estrutura e apoio do que ele teve na extinta Febem. “Espero mesmo que eles se recuperem e retomem as suas vidas. Para mim, foi muito mais difícil”, conta.
Uma das iniciativas que Milton mais apreciou foi o fato de que grupos evangélicos da Igreja Deus é Amor e Universal do Reino do Deus fazem cultos às quartas, sábados e domingos. Segundo Sandra Regina de Sá, diretora do Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente, onde Milton e a reportagem da Exibir Gospel entraram, cerca de 10% a 15% dos 67 adolescentes da unidade se reúnem nos encontros evangélicos. “Eu nunca ouvi a Palavra de Deus no orfanato nem na Febem. Uma pena”, lamenta.
Sobre o perfil dos garotos que hoje estão na Fundação Casa da Raposo Tavares, a diretora avalia que a maioria são usuários de drogas, tem baixa escolaridade e carentes. “Temos observado também um aumento entre jovens de classe média, com ausência da figura paterna. Mas podemos dizer que o entorpecente é a porta para o crime”.




Fonte: Exibir Gospel

Cresce o número de brasileiros que se convertem ao Islã











Na última década o número de brasileiros que decidiram seguir ao islamismo cresceu 25%, tanto que em algumas mesquitas o número de novos convertidos é maior do que o de mulçumanos como, por exemplo, no Rio de Janeiro onde 85% dos frequentadores são convertidos e Salvador onde 70% dos fiéis não nasceram islâmicos.
É possível encontrar até ex-evangélicos que agora segue o Alcorão e as leis do Islã, como é o caso de Alexsandra Alves de Brito (foto), 33, convertida ao islamismo desde os 20, hoje casada com um mulçumano com quem tem dois filhos. Alexsandra antes frequentava a Igreja Assembleia de Deus.
“O que me chamou a atenção foi a valorização da mulher. Na sociedade brasileira, a mulher é muito vulgarizada, tem que atrair os homens. No Islã, a mulher tem que ser recatada, bem educada. Até falar baixo faz parte dos costumes”, diz Alexsandra para uma reportagem doportal Delas doIG.
Hoje a ex-assembleiana moradora da cidade de São Paulo tem uma loja que vende vestimentas típicas para mulheres islâmicas, já que no Brasil é difícil de encontrar. Para adequar a vestimenta das novas adeptas ao clima tropical do Brasil, Alexsandra está trazendo os “burquínis” para ser usado em praia e piscinas. “As mulheres não usavam aqui por não achar, mas agora está mais fácil”, diz.
A reportagem destaca o preconceito que essas mulheres, revertidas, termo usado por eles para se referir a quem se converteu ao Islã, acabam sofrendo. Uma das entrevistadas, a cabeleireira PamelaJuliana GomesPereira, 29, revertida há seis meses, contou que sofreu preconceito ao vivenciar seu primeiro Ramadã, mês em que o fiel deve fazer jejum da alvorada ao pôr do sol. “Não foi fácil. Como minha família não é muçulmana, tive que cozinhar sem colocar comida na boca”, conta. “Minha mãe é evangélica, achou absurdo ficar sem comer”, disse.


Fonte: Gospel Prime, via IG










Posto que as nossas maldades testificam contra nós, ó SENHOR, age por amor do teu nome; porque as nossas rebeldias se multiplicaram; contra ti pecamos.Jeremias 14:7













Que dizia: Eu sou o Alfa e o Omega, o primeiro e o derradeiro; e o que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas que estão na Ásia: a Éfeso, e a Esmirna, e a Pérgamo, e a Tiatira, e a Sardes, e a Filadélfia, e a Laodicéia.
E virei-me para ver quem falava comigo. E, virando-me, vi sete castiçais de ouro;
E no meio dos sete castiçais um semelhante ao Filho do homem, vestido até aos pés de uma roupa comprida, e cingido pelos peitos com um cinto de ouro.
E a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve, e os seus olhos como chama de fogo;
E os seus pés, semelhantes a latão reluzente, como se tivessem sido refinados numa fornalha, e a sua voz como a voz de muitas águas.
E ele tinha na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois fios; e o seu rosto era como o sol, quando na sua força resplandece.
E eu, quando vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo-me: Não temas; Eu sou o primeiro e o último;
E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno.
Escreve as coisas que tens visto, e as que são, e as que depois destas hão de acontecer;
O mistério das sete estrelas, que viste na minha destra, e dos sete castiçais de ouro. As sete estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete castiçais, que viste, são as sete igrejas.

Apocalipse Cap.1 Ver. de 11 ao 20
Sem palavras.


Célia Goulart

Executivo aponta que a saída para a crise está na Bíblia















Diante das grandes demissões nos Estados Unidos ele lança um livro que ensina os cristãos a usarem a Palavra de Deus para melhorar seus negócios.
O vice-presidente de operações da Xerox Corporation, Gary Blackard, acaba de publicar um livro defendendo a Bíblia como o melhor guia disponível para os funcionários e proprietários de negócios para sobreviver e prosperar em um mercado de trabalho competitivo.
“A Lei da Relevância no local de trabalho: Usando a Bíblia para o impacto do seu trabalho”(Entitled Relevance in the Workplace: Using the Bible to impact your job ), é o título do livro que fala sobre muitas áreas relacionados ao sucesso do negócio e do emprego, usando a Bíblia como fonte primária.
Blackard tem mais de 20 anos de experiência trabalhando em companhias como a Fortune 100. Ele é o fundador da Eagle Liderazgo Peak, uma organização sem fins lucrativos dedica a ajudar os líderes de negócios dos Estados Unidos e em outros países, com o objetivo de integrar a fé no seu lugar de trabalho.
“Este não é um livro para líderes”, disse o autor. “Este é um livro que ajudará a qualquer pessoa que contrata empregados e que os ensina a ser melhores em seus postos de trabalho e também a ensiná-los a utilizar os princípios da Bíblia em todas as direções cotidianas e a tomada de decisões”.
De acordo com Blackard quando os donos de negócios aplicarem os princípios bíblicos em suas empresas terão uma maior oportunidade de crescimento. O livro fala sobre vários temas, incluindo a forma de um melhor desempenho no trabalho com disciplinas espirituais.
No livro ele usa muitas citações bíblicas para respaldar suas teses e cada capítulo termina com perguntas e discussão. Blackard é um dos convidados especiais do Congresso de Homens da Assembleia de Deus em Baltimore e Nova York no mês de outubro e também participará na Conferência Mundial de Call2All no sul da Califórnia no mês de novembro.
“Eu tenho visto coisas extraordinárias acontecerem quando os cristãos aprender a aplicar sua fé no mercado”, disse o executivo.






Fonte:Gospel Prime

SAGRADA ESCRITURA - MATEUS CAPITULO 16






















E, chegando-se os fariseus e os saduceus, para o tentarem, pediram-lhe que lhes mostrasse algum sinal do céu.
Mas ele, respondendo, disse-lhes: Quando é chegada a tarde, dizeis: Haverá bom tempo, porque o céu está rubro.
E, pela manhã: Hoje haverá tempestade, porque o céu está de um vermelho sombrio. Hipócritas, sabeis discernir a face do céu, e não conheceis os sinais dos tempos?
Uma geração má e adúltera pede um sinal, e nenhum sinal lhe será dado, senão o sinal do profeta Jonas. E, deixando-os, retirou-se.
E, passando seus discípulos para o outro lado, tinham-se esquecido de trazer pão.
E Jesus disse-lhes: Adverti, e acautelai-vos do fermento dos fariseus e saduceus.
E eles arrazoavam entre si, dizendo: É porque não trouxemos pão.
E Jesus, percebendo isso, disse: Por que arrazoais entre vós, homens de pouca fé, sobre o não terdes trazido pão?
Não compreendeis ainda, nem vos lembrais dos cinco pães para cinco mil homens, e de quantas alcofas levantastes?
Nem dos sete pães para quatro mil, e de quantos cestos levantastes?
Como não compreendestes que não vos falei a respeito do pão, mas que vos guardásseis do fermento dos fariseus e saduceus?
Então compreenderam que não dissera que se guardassem do fermento do pão, mas da doutrina dos fariseus.
E, chegando Jesus às partes de Cesaréia de Filipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do homem?
E eles disseram: Uns, João o Batista; outros, Elias; e outros, Jeremias, ou um dos profetas.
Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou?
E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.
E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus.
Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;
E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.
Então mandou aos seus discípulos que a ninguém dissessem que ele era Jesus o Cristo.
Desde então começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muitas coisas dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia.
E Pedro, tomando-o de parte, começou a repreendê-lo, dizendo: Senhor, tem compaixão de ti; de modo nenhum te acontecerá isso.
Ele, porém, voltando-se, disse a Pedro: Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens.
Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me;
Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á.
Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?
Porque o Filho do homem virá na glória de seu Pai, com os seus anjos; e então dará a cada um segundo as suas obras.
Em verdade vos digo que alguns há, dos que aqui estão, que não provarão a morte até que vejam vir o Filho do homem no seu reino.

Políticos evangélicos e católicos estão unidos em Brasília Publicado por Tiago Chagas (perfil no G+ Social) em 3 de outubro de 2011










Devido às necessidades em comum, os parlamentares evangélicos e católicos passaram a atuar em conjunto, pela aprovação de projetos de interesse de ambas as partes, como retirada de pauta ou reprovação de projetos que contrariam os princípios cristãos. As duas bancadas possuem cerca de 100 parlamentares.

Segundo “O Globo”, atualmente são pelos menos 368 projetos em que as duas bancadas trabalham unidas. Dentre esses projetos em que católicos e evangélicos lutam para que não sejam aprovados, estão propostas como a união civil entre homossexuais, criminalização da homofobia, legalização do aborto e o divórcio instantâneo. Este último, prevê que o processo ocorra pela internet.

Um dos projetos em que os parlamentares cristãos trabalham juntos é justamente sobre outro tema polêmico: uma pensão para a mulher que engravidar após ser estuprada. Os críticos do projeto, que se chama Estatuto do Nascituro, o apelidaram de “Bolsa-Estupro”, pois prevê que a pensão seja paga pelo governo até a criança completar 18 anos.

“Foi-se o tempo em que católicos e evangélicos se estranhavam aqui no Congresso. Principalmente pelas críticas dos católicos aos cultos dos evangélicos. Esse tempo, passou e hoje trabalhamos juntos na proteção da família e da vida”, afirma o deputado João Campos, (PSDB-GO), líder da bancada evangélica no Congresso.


Fonte: Gospel+

Perseguição: Polícia ameaça cristão de prisão por exibir DVD bíblico em seu estabelecimento







Jamie Murray, um cristão dono de um café em BlackPool, na cidade de Lancashire, Inglaterra, foi ameaçado de prisão por dois policiais, pois ele exibia um DVD com mensagens bíblicas dentro do estabelecimento. O DVD continha uma versão em imagens e texto do Novo Testamento, e a televisão estava com o volume baixo no momento que os dois policiais entraram e forçaram Murray a desligar o aparelho.

Segundo o jornal Daily Mail, os policiais chegaram ao Café Sal e Luz afirmando terem recebido uma denúncia de homofobia, e avisaram que Murray teria de parar de exibir o DVD com conteúdo bíblico. “Eu estava preocupado em ser algemado e levado para fora da loja na frente de meus clientes. Não iria parecer bom então eu pensei que era melhor obedecer. Parecia uma traição. Eles saíram da loja e disseram-me que continuariam a acompanhar se estávamos exibindo material de ódio. Em nenhum momento falaram comigo como se eu fosse um cidadão cumpridor da lei tentando ganhar a vida. Eu me senti como um criminoso”, afirmou Murray.

Jamie Murray, que assumiu o café há três meses afirmou que foi interrogado pelos policiais durante quase uma hora e que os policiais foram agressivos. Jamie Murray, de 31 anos, disse que perguntou aos policiais se eles estavam falando sério. “Eu disse a ela: ‘você está realmente me dizendo que eu posso ir pra prisão por mostrar a Bíblia?’ E a policial fitou o olhar em mim e disse: ‘Se você transmitir material que ofenda nos termos da Lei de Ordem Pública, então teremos de tomar medidas mais sérias. Você não pode quebrar a lei’.”. Jamie Murray, no entanto, afirma que verificou seus direitos e que não recuará: “Eu já verifiquei meus direitos e eu não vou ser intimidado pela polícia e pelo lobby da polícia comunitária para parar de exibir a Bíblia silenciosamente no meu café. É uma loucura. Os cristãos têm de lutar por aquilo em que acreditam”.

O bairro de BlackPool é uma área de alta criminalidade e o café, que foi funciona há oito anos, possui fama de ser um refúgio, um local calmo. A policial responsável pela Polícia Comunitária da região, June Dorrian, afirmou que a queixa feita mencionava que Murray tinha violado o Ato de Ordem Pública nº 1986. Murray disse que no meio do interrogatório, contou aos policiais que “que tudo o que apareceu na tela foram as palavras do Novo Testamento. Não há nenhum som, apenas as palavras na tela e imagens simples ao fundo de ovelhas pastando ou velas queimando. Eu pensei que poderia haver alguma confusão, mas eles disseram que estavam aqui para explicar a lei para mim e como eu a tinha quebrado”.

Jamie Murray afirma ainda que não foi mencionado pelos policiais o nome da pessoa que seu queixou do conteúdo do DVD, porém ele acredita que o ofendido assistiu a um trecho do livro de Romanos, que ele tinha passado uma semana antes. O livro de Romanos, escrito pelo Apóstolo Paulo, possui no capítulo 1, versículos 26 e 27 uma mensagem que classifica o homossexualismo como pecado: “Pelo que Deus os entregou a paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural no que é contrário à natureza, semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para como os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro”.

O DVD contém a tradução da Bíblia na “Versão Inglês Contemporânea (CEV)”, que foi publicada em 2005 pela Sociedade Bíblica Americana. A Sociedade Britânica da Bíblia, apadrinhada pela Rainha Elizabeth II aprova a versão CEV, e classifica a tradução como “um texto muito respeitado que, embora utilizando uma linguagem simples, reflete bastante o significado do original”. Murray está recebendo assessoria dos advogados do Instituto Cristão, e foi orientado de que ele possui liberdade de continuar exibindo o DVD em seu estabelecimento.

Mike Judge, porta-voz do Instituto Cristão, afirma que o papel da polícia é investigar, porém sem excessos: “Eu não tenho nenhum problema com a polícia investigando uma queixa, mas uma vez que perceberam que eram apenas as palavras da Bíblia que estavam sendo mostradas na tela, então eles deveriam ter ido embora. Eles nem sequer olharam para o DVD considerado ‘ofensivo’. Eles simplesmente disseram a Murray que ele tinha que parar de mostrar a Bíblia e avisaram que iriam continuar a acompanhar o que ele estava fazendo. Isso é intimidatório e completamente inaceitável. É um problema por todo o país de que a polícia está sob pressão política enorme para ser vista respondendo a qualquer coisa homofóbica”.

Após a repercussão do fato, o porta-voz da Polícia de Lancashire disse que era dever da polícia investigar a denúncia que havia sido feita dias antes por uma cliente do sexo feminino que afirmava ter ficado “profundamente ofendida” pelo conteúdo exibido no Café. Após recebem a denúncia, os policiais concluíram que havia a possibilidade de que a Seção 29E da Lei de Ordem Pública ter sido violada, mas que “em nenhum momento o policial pediu ao dono do café para remover quaisquer materiais ou prendeu o homem e fizemos uma abordagem objetiva e de bom senso ao lidar com a queixa”. O porta-voz afirmou ainda que a polícia deve zelar pelo cumprimento da lei. “A polícia é respeitosa quanto a todos os pontos de vista religiosos. No entanto, nós temos a responsabilidade de nos certificarmos de que o material que as comunidades podem achar profundamente ofensivo ou inflamatório não está sendo exibido em público. Nenhuma queixa foi recebida sobre a conduta do funcionário em questão e estamos satisfeitos de que eles realizavam suas funções de forma profissional”.



Fonte: Gospel+

“-Ali vem uma serva de Deus!” – Aparencia não diz nada






“Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdesamor uns aos outros” . (João 13:35)












O meio evangélico, principalmente o pentecostal, é cercado de ísmos do pensamento religioso, concepções errôneas do que seja o “andar com Deus” . Impressiona o número de crendices que muitos crentes carregam e como elas variam de uma para outra. Cada qual arrogando para si o conhecimento da “verdadeira doutrina” , e para estes, os que não aderem a sua linha de pensamento, ou estão fracos, ou ainda não foram “libertos” . Alguns grupos chegam a dizer que são os únicos salvos , pois, segundo eles, o mundanismo adentrou as outras igrejas.
Uma das crendices que mais se propagou no meio evangélico pentecostal é com relação as vestes. A indumentária, para muitos religiosos, revela o grau de”consagração” a Deus. Com certeza que quem adora em espírito e em verdade jamais irá se trajar indecentemente. Mas para os mais exigentes e rigorosos, a veste longa e socialé o referencial da santidade ao Senhor. Junto com essa estética “santa”, acompanha-se um olhar altivo, dedo em riste, ar de mistério, palavras duras de exortação àqueles queandam “de qualquer maneira” . (Esse “de qualquer maneira” não significa propriamente usar roupas indecentes, mas estarfora da “doutrina” que o exortador acredita ser o correto e santo).
Como pastor pentecostal jamais serei a favor de um neoliberalismo em que o cristão possa andar com roupas sensuais, curtas, justas, seja a calça, a saia, o vestido, etc… O verdadeiro servo de Deus, seja qual tipo de veste ele usar, mesmo os trajes caracterizados evangélicos (tipo “vestidão” ou “saião” – alguns justos demais nos quadris) não podem transmitir sensualidade. Até porque quem nasceu de novo, quem realmente é convertido ao Senhor, não vai querer usar roupas indecentes! Respeito a todas as igrejas que mantém seus regulamentos internos, suas doutrinas. Tenho muitos amigos pastores destas igrejas e não os substimo nem ofendo. Até muitos deles admitem que deve se ter um equilíbrio e moderação nestas proibições. Respeito a posição de cada pastor. Todavia, na minha opinião, regulamentar tamanho de roupa como regra para entrar no céu, é pregar um “outro evangelho” . (Gálatas 1:8) É ir “além das coisas que estão escritas” . (1º Coríntios 4:6)
A algum tempo, uma missionária intitulada “profeta” e “vaso de fogo” se afastou da comunhão de uma das nossas igrejas. Segundo a tal missionária, o seu afastamento se deu pelos seguintes motivos: “falta de doutrina na igreja” , e “muitos irmãos estavam andando de qualquer maneira” . A igreja estava crescendo como ainda está, porém o fato do povo não se trajar com roupas sociais e saias “lá no pé” a incomodava. O ministério da igreja respondeu a missionária que se algum membro estivesse se trajando indecentemente não estaria atuante nos departamentos da igreja. O ministério solicitou ainda (já que este foi o motivo de seu afastamento) que a missionária citasse ao menos 1 (um) exemplo de indecência na igreja. A missionária não citou exemplos, e apenas respondeu: “-Meus irmãos, quando o mundo olha para uma mulher cristã, olha para as suas vestes e diz: -Ali vem uma serva de Deus!” (Ela sereferia a saia longa, lá no pé, e a camisa de manga comprida).
Esse foi o argumento que a irmã usou para se desligar de nosso ministério e ir para outra igreja. Uma semana depois estoura a notícia que envergonharia muitos evangélicos e vem a servir de escárnio para o mundo: A tal missionária, profeta, vaso, e outros títulos, é pega roubando num supermercado. A irmã foi fichada, levada a depor. Eu nunca desejei que ela passasse tamanha vergonha! Gente a pampa no mercado olhando, seguranças gritando, um rebú danado! Lamentável ocorrer isso e o mundo identificar como um crente, um evangélico.
Escândalos acontecem. É bíblico. Mas não é estranho acontecer um fato deste com uma pessoa que pula, sapateia, exorta duramente, exige roupas longas, que exige tanta “santidade”??? Com certeza esta irmã não reflete os demais irmãos que seguem suas doutrinas. Jamais vou generalizar e dizer que quem segue doutrinas de roupas é sem caráter. Conheço irmãos que são pessoas honestas, sinceras. Porém o que chamo a atenção é para o seguinte fato: Como pode Deus tocar profundamente numa pessoa para ela não usar mais um determinado tipo de roupa, a ponto dela se sentir mal ao usar roupas fora da doutrina da igreja, e esta mesma pessoa mentir, caluniar, fazer fofocas, roubar ?!?! Não é a Doutrina Bíblica (que nos ensina a não mentir, a não falar mal do próximo, a não roubar) muito maisimportante que a doutrina da igreja ?? Como pode um mesmoDeus, numa mesma pessoa, tocar numa área que a Bíblia não dá tanta ênfase (as aparências) e em outra área, do coração, das atitudes, não tocar?! Como pode uma pessoa ser tão”santa” no exterior, e ter um coração cheio de ódio, de inveja,de desejo de vingança??
Não vou mentir e dizer que eu não gostava de ver a tal missionária dirigindo cultos, vigílias, campanhas, muito avivadas até. Creio que quem faz a obra é o Senhor Jesus, quando oramos em seu nome. Porém, em algumas pregações da missionária, no final, ela deixava sua marca registrada: “-O crente deve ser diferente …devemos andar em santidade!” Coisas desse tipo ela fazia questão de falar. Eu engolia atravessado, mas relevava. A verdade é que nós pentecostais aprendemos a gostar destas pessoas que sabem animar os cultos de avivamento. Corinhos de fogo, bastante línguas estranhas, mistérios, visões… E nem sempre a vida de quem dirige estes trabalhos condiz com o que eles pregam. “Muitos me dirão naquele Dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E, em teu nome, não expulsamos demônios? E, em teu nome, não fizemos muitas maravilhas? E, então, lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade” . (Mateus 7:22,23)
“-Receba aí essa rajada de fogo…essa rajada de poder…essa rajada de glória…receeeeeeebaa!” Não é comum, mas já ouvi dizer de indivíduos que soltaram uma rajada de cheques sem fundos nas cidades onde pregaram. Escândalos difíceis de serem contornados da mente de quem nem era evangélico, mas acreditou no pregador, porque ele pulava, gritava, suava, etc. Conheci um dono de uma loja de CD´s evangélicos, e conversando com ele sobre os escândalos no meio gospel (nessa época eu estava elaborando uma matéria sobre o assunto) ele me mostrou uma pilha de cheques retornados dobanco, sem saldo, e ele me disse: “-Você está vendo estes cheques aqui? São cheques de homens de Deus! ” Lógico que este empresário usava de ironia em usar a expressão”homens de Deus”. É óbvio que os donos daqueles cheques não são dignos deste título. Mas ele se referia a pregadres, missionários, avivalistas, que o decepcionaram.
Pregadores sem caráter, obreiros sem caráter, pessoas que aprenderam a animar cultos, a pregar gritando, e incharam com o fermento do farisaísmo. Querem doutrinar igrejas, ensinar como o cristão deve se vestir, mas não largam a mentira, a desonestidade, a fofoca, o pecado! Não se vestem de qualquer maneira, mas vivem de qualquer maneira! A tal missionária só usa saia, roupas longas e sociais, anda na”doutrina”, e o povo a vê, e diz: “-Ali vem a mulher que foi pega roubando no supermercado!”
“E sucedeu que, entrando eles, viu a Eliabe e disse: Certamente, está perante o Senhor o seu ungido. Porém o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência , nempara a altura da sua estatura, porque o tenho rejeitado, porque o Senhor não vê como vê o homem. Pois o homem vêo que está diante dos olhos , porém o Senhor olha para o coração ” . (1Samuel 16:6,7)
“Fugi dos escribas, que gostam de andar com vestes compridas” . (Marcos 12:38)

Por- Denis de Oliveira é pastor da Assembleia de Deus, Ministério Poder de Deus, RJ

Do Padom” Você ja viu casos semelhantes a esses? Qual é a sua opnião sobre o assunto? Deixe abaixo;

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“Eu te darei a tua vida como despojo, em todo lugar para onde fores.” Jeremias 45: 5





Esse é o inabalável segredo do Senhor para aqueles que nEle confiam: “Eu te darei a tua vida.” Que mais deseja o homem senão a sua vida? É o que há de essencial. “Tua vida como despojo” significa que, aonde quer que você vá, ainda que seja ao inferno, de lá sairá com vida; nada poderá prejudicá-la. Muitos de nós se mostram fascinados pela grandeza das coisas, não no sentido de ter propriedades e bens, claro, mas de bênçãos. Tudo isso terá que ser abandonado; mas há algo maior que nunca passará: a vida que está “oculta juntamente com Cristo, em Deus”.

Você esta disposto a deixar que Deus o coloque numa profunda união com Ele, e a não dar mais atenção ao que você chama de grandes coisas? Está disposto a entregar-se totalmente a Deus e a abrir mão de tudo? A prova da entrega está em recusar-se a perguntar: “E quanto a isto?”. Evite suposições. Tão logo você questiona: “E quanto a isto?”, fica evidente que não se entregou, que não confia realmente em Deus. Assim que você se entrega, para de ficar conjecturando o que Deus vai fazer. A entrega total implica em negar a si mesmo o luxo de fazer quaisquer perguntas. Se você se entregar totalmente a Deus, Ele de pronto lhe dirá: “Eu te darei a tua vida como despojo.”

A razão por que as pessoas se cansam da vida é que ela não lhes veio de Deus, não receberam de Deus a vida como despojo. A maneira de sair dessa situação é entregar-se a Deus. Quando finalmente conseguir render-se a Ele, será você quem ficará mais espantado e encantado; Deus terá se apossado totalmente de você e lhe terá dado a sua vida. Se você ainda não chegou a esse ponto, ou será por causa da desobediência, ou por recusar-se a ser bastante simples.

Reflita no Salmos 139 onde temos o pleno esclarecimento de que o Senhor Nosso Deus sabe, detém, cuida, zela e nos dá a nossa vida como despojo.

Que Deus continue nos abençoando como cristão e família em Cristo.



Por: Ariovaldo Leite Júnior

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