O nascimento de Jesus (episódio bíblico)





Todas as passagens da Bíblia sobre o episódio "O nascimento de Jesus".

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Mateus 1

18 Foi assim o nascimento de Jesus Cristo: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, mas, antes que se unissem, achou-se grávida pelo Espírito Santo.
19 Por ser José, seu marido, um homem justo, e não querendo expô-la à desonra pública, pretendia anular o casamento secretamente.
20 Mas, depois de ter pensado nisso, apareceu-lhe um anjo do Senhor em sonho e disse: "José, filho de Davi, não tema receber Maria como sua esposa, pois o que nela foi gerado procede do Espírito Santo.
21 Ela dará à luz um filho, e você deverá dar-lhe o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados".
22 Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que o Senhor dissera pelo profeta:
23 "A virgem ficará grávida e dará à luz um filho, e o chamarão Emanuel", que significa "Deus conosco".
24 Ao acordar, José fez o que o anjo do Senhor lhe tinha ordenado e recebeu Maria como sua esposa.
25 Mas não teve relações com ela enquanto ela não deu à luz um filho. E ele lhe pôs o nome de Jesus.

Lucas 2

1 Naqueles dias, César Augusto publicou um decreto ordenando o recenseamento de todo o império romano.
2 Este foi o primeiro recenseamento feito quando Quirino era governador da Síria.
3 E todos iam para a sua cidade natal, a fim de alistar-se.
4 Assim, José também foi da cidade de Nazaré da Galileia para a Judeia, para Belém, cidade de Davi, porque pertencia à casa e à linhagem de Davi.
5 Ele foi a fim de alistar-se, com Maria, que lhe estava prometida em casamento e esperava um filho.
6 Enquanto estavam lá, chegou o tempo de nascer o bebê,
7 e ela deu à luz o seu primogênito. Envolveu-o em panos e o colocou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria.

  Bíblia Online

Famílias brasileiras querem legalização da educação escolar em casa Por Julio Severo




Um grupo de famílias fez uma viagem de 12 horas para estar em Brasília, a capital do Brasil, para comparecer a uma votação no Congresso Nacional sobre a educação escolar em casa. A votação foi adiada, mas a presença dessas famílias e seus filhos tocou muitos deputados.
Essas famílias, que estavam sendo patrocinadas pela ANED (Associação Nacional de Educação Domiciliar), prometem estar em Brasília de novo na próxima quarta-feira, quando haverá uma possível nova votação.
O atual governo brasileiro é controlado pelo socialista Partido dos Trabalhadores, e é hostil à educação escolar em casa. O governo passado do PSDB, do marxista Fernando Henrique Cardoso, era similarmente hostil.
A oposição ideológica do Partido dos Trabalhadores nos faz recordar do Partido dos Trabalhadores na Alemanha uns 80 anos atrás. Aliás, esse era o Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista da Alemanha, também conhecido como Partido Nazista, que proibiu a educação escolar em casa na Alemanha na década de 1930. Depois da proibição, o ditador nacional socialista Hitler disse: “As crianças de hoje sempre serão os adultos do futuro. Por esse motivo, colocamos diante de nós a tarefa de inocular nossas crianças com o espírito de sociabilização em idade bem nova, numa idade em que os seres humanos não foram ainda pervertidos e portanto estão ainda intactos. O governo nazista tem as crianças como sua base e está se construindo para o futuro nessa base. E o governo nazista não dará suas crianças a ninguém, mas assumirá o controle delas e dará a elas a própria educação e a própria criação do governo.”
A lei de Hitler que proibiu a educação escolar em casa está em vigor na Alemanha ainda hoje. A Alemanha, que tolera muitos tipos de práticas e costumes muçulmanos radicais de seus imigrantes islâmicos, tem mostrado intolerância radical para com toda prática de educação em casa de pais cristãos.
A Alemanha está longe de um dos fundadores mais importantes da moderna língua alemã, Martinho Lutero, que disse: “Muito temo que as escolas comprovarão ser as grandes portas do inferno, a menos que elas diligentemente trabalhem para explicar as Santas Escrituras, gravando-as no coração dos jovens.”
Sobre o governo brasileiro, por que ele deveria imitar a conduta do governo alemão contra os pais cristãos? Sobre a presidente Dilma Rousseff, que era admiradora da União Soviética, por que ela deveria manter a lei que proíbe a educação escolar em casa? Por que o governo dela deveria perseguir os pais cristãos que educam os filhos em casa de um modo cristão?
A União Soviética não mais existe. Na Rússia de hoje a educação escolar em casa é legal. Em minha reunião pró-vida e pró-família em Moscou dois meses atrás, um dos mais proeminentes líderes da educação escolar em casa no mundo me disse que a Rússia tem vários currículos de educação em casa. Na Rússia de hoje, não é crime educar os filhos em casa. Por que no Brasil é?
A CBN News, do Pat Robertson, noticiou que a Rússia “é uma das nações mais livres para educar os filhos em casa.”
“Temos completa liberdade de educar em casa na Rússia, em termos de legalidade,” disse Pavel Parfentiev, líder pró-família na Rússia.
“A Federação Russa é mais ou menos uma campeã de direitos humanos nessa área específica. Por isso, é evidente que penso que a Rússia é um bom exemplo para a Alemanha e Suécia onde os adeptos da educação em casa são perseguidos,” disse ele para a CBN News.
Se Dilma admirava muito a velha Rússia, por que ela deveria admirar menos a nova Rússia? Ela deveria permitir a educação escolar em casa e até imitar uma lei russa que proíba a propaganda gay para proteger as crianças.
Ela não deveria imitar a Alemanha, que pratica intolerância para com os pais cristãos que educam os filhos em casa, mas tolera de forma extrema os radicalismos islâmicos.
Dilma deveria fazer uma viagem a Rússia e aprender lições básicas de liberdade, proteção e escolhas educacionais para as crianças.
Ela deveria proibir a propaganda homossexual, não a educação escolar em casa, para crianças e adolescentes.

Versão em inglês deste artigo:
Brazilian Families Want Legal Homeschooling

 * As opiniões expressas nos textos publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores
e não refletem, necessariamente, a opinião do Gospel Prime.

Por que todos os cristãos precisam abraçar Israel





Exclusivo: Joseph Farah luta contra os que buscam “deslegitimar” as profecias da Bíblia

Joseph Farah
Acho preocupante e desconcertante quando vejo cristãos que sugerem que Israel não tem mais importância ou conexão com a fé deles. Vamos examinar a argumentação da Bíblia em favor da volta dos judeus à sua pátria, volta que não só a Bíblia prediz, mas também ordena. Manda. Sem o cumprimento das profecias, a fé cristã em si é castrada.
* “Com certeza Yahweh demonstrará sua compaixão para com Jacó; ele tornará a escolher Israel e estabelecerá seu povo em seu próprio território. Os estrangeiros se unirão a eles e farão parte da descendência de Jacó. Pessoas de várias nacionalidades irão com os israelitas para o seu território, a terra de Yahweh. E a descendência de Israel possuirá os povos como servos e servas na terra do SENHOR. Farão escravos aqueles que antigamente eram seus donos, e dominarão sobre aqueles que antes foram seus opressores.” (Isaías 14:1-2 KJA)
* “Assim, confirmarei o juramento que fiz a vossos pais de dar-lhes uma terra que jorra leite e mel, exatamente a terra que possuis hoje!’” Então respondi: ‘Amën’ é verdade, ó SENHOR!” (Jeremias 11:5 KJA)
* “Porque assim declara Yahweh, o Soberano Deus: Eu mesmo buscarei as minhas ovelhas e delas cuidarei pessoalmente. Assim como o pastor busca as ovelhas dispersas quando dedica-se ao cuidado do rebanho, também tomarei contra das minhas ovelhas. Eu as livrarei de todos os lugares para onde foram dispersas, no Dia de nuvens ameaçadoras e de trevas. Eu as farei sair do meio das outras nações e as reunirei, trazendo-as dos outros povos e regiões para viverem em sua própria terra. Então as apascentarei no alto dos montes de Israel, nos vales e em todos os povoados do país.” (Ezequiel 34:11-13 KJA)
* “Pois os israelitas ficarão muito tempo absolutamente solitários: sem rei, sem príncipe, sem sacrifício e suas coluna sagradas ao deus Baal, sem efód, o colete sacerdotal e também sem os terafins, os ídolos do lar. Contudo, passados esses dias, o povo de Israel retornará e se empenhará em buscar a Yahweh Elohim, e ao descendente de Davi, seu rei. E, nos últimos dias, eles correrão aflitos e tremendo atrás de Yahwehe das suas bênçãos!” (Oséias 3:4-5 KJA)
* “Então trarei de volta Israel, o meu povo expatriado terá nova sorte, eles haverão de reconstruir as cidades a partir de suas ruínas e nelas habitarão em paz. Plantarão vinhas e beberão do seu bom vinho; cultivarão pomares e comerão do seu fruto. Assim haverei de plantá-los no seu território, para nunca mais serem desarraigados da terra que lhes outorguei!” Assegura Yahweh, o seu Elohim, Deus.” (Amos 9:14-15 KJA)
* “Contudo, no alto do monte Tsión, Sião, haverá livramento, e lá estarão todos os que escaparam; e ele será santo, e a descendência de Jacó possuirá a sua herança.” (Obadias 1:17 KJA)
* “Nessa época, atuarei severamente contra todos os que te oprimem; salvarei os aleijados e ajuntarei todos os dispersos. Farei com que sejam honrados e respeitados em toda a terra onde foram envergonhados. Então, naquele tempo vos reunirei; naqueles dias, Eu mesmo vos trarei de volta para casa. Eu vos darei a honra e o reconhecimento entre todos os povos da terra; quando, enfim, Eu restaurar a vossa sorte e trouxer vossos cativos de volta, diante dos teus próprios olhos!” Garante Yahweh, o SENHOR.” (Sofonias 3:19-20 KJA)
* “Assim garante o Eterno Soberano: “Salvarei minha gente, libertando-os das terras do Oriente e das terras do Ocidente. Eis que Eu os trarei, e eles habitarão em Jerusalém; eles serão o meu povo, e Eu serei o seu Elohim, Deus, em ‘emeth: verdade, lealdade e justiça!” (Zacarias 8:7-8 KJA)
Eu poderia continuar mostrando muitos outros versículos. Aliás, em Jeremias 23:7-8, temos a promessa de que esse reajuntamento dos judeus em Israel será um dia visto como um milagre maior do que o Êxodo: “Portanto, vêm dias”, diz Yahweh, “em que não mais se dirá: ‘Juro pelo Nome do SENHOR, que tirou os israelitas da terra do Egito; mas se dirá: ‘Juro em o Nome do SENHOR, que trouxe os descendentes de Israel da terra do Norte e de todas as nações para onde os deportou.’ E eles viverão na sua própria terra e herança!”
Ainda muito mais importante para os cristãos, porém, é o fato de que nossa própria salvação ocorre por meio das promessas aos judeus. É por isso que é tão chocante para mim que encontremos esse tipo de ilegitimação dos profetas vindo da igreja. Veja Romanos 11. Conforme Paulo escreveu, pela fé em Jesus, ou Yeshua, um judeu, somos “enxertados” nessas promessas.
O que é também interessante é Isaías 11, que profetiza ainda outro ajuntamento dos judeus na terra prometida — um ajuntamento que acompanhará a volta do Messias, que os cristãos conhecem como Jesus, ou Yeshua, Seu nome hebraico.
A propósito, a Bíblia deixa também claro isto: Quando Yeshua voltar, será para Israel (Zacarias 14:4).
E quando Ele voltar, todo o Israel será salvo (Romanos 11:26).
Quanto da Bíblia você está disposto a ignorar? Afinal, os cristãos não aceitam Jesus, ou Yeshua, como o Salvador do mundo e o Filho de Deus porque Ele cumpriu as profecias? Por que na Terra faríamos alegorias das profecias da Bíblia sobre a volta dos judeus a Israel?
O que vemos hoje no Estado de Israel é outro cumprimento necessário — aliás, um cumprimento espetacular — necessário para a volta do Messias, ou o Cristo. O que vemos em Yeshua é o cumprimento pessoal de tudo o que os profetas predisseram com relação à salvação.
Por que alguém que se considera cristão buscaria deslegitimar essas profecias?
Por que alguém que se considera cristão buscaria negar as palavras dos profetas — os mesmos profetas que predisseram a vinda de nosso Salvador e Sua volta?
Qual é a base da fé cristã sem as palavras dos profetas?
Deus é o mesmo ontem, hoje e amanhã. Ele não renega Suas promessas. Sua aliança com os filhos de Abraão é eterna, e a base da fé cristã é compreender que nós, os gentios, somos “enxertados” nessa promessa por meio do sangue de Yeshua.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Why all Christians should embrace Israel

D. Pedro II: o único governante do Brasil que amava os judeus Posted: 03 Dec 2014 02:09 PM PST




Prof. Renato Dasg
Comentário de Julio Severo: É uma grande honra para o Brasil ter tido em D. Pedro II um governate que admirava e respeitva o povo judeu. Pena que as gerações seguintes de presidentes brasileiros nunca seguiu os passos do grande monarca brasileiro. O uso do termo “progressista” em referência a D. Pedro II não é sobre esquerdismo, mas suas ideias avançadas.
Dom Pedro II
Certamente, o político mais honesto e progressista que o Brasil já teve, D. Pedro II, Imperador do Brasil de 1841 a 1889, notório por imensa cultura e interesse por diversas áreas do conhecimento humano, era poliglota e falava inclusive o hebraico.
É de seu governo a primeira Lei contra preconceito em nosso território: “ninguém pode ser perseguido por motivo de Religião, uma vez que respeite a do Estado, e não ofenda a Moral Pública”.
Nosso Imperador, incentivador da educação e saúde brasileiras, autor de um projeto de absorção sócio-econômica dos negros livres graças à abolição da escravatura, em 1888, prestes a ser colocado em prática e abortado pelo golpe da república, participava de diversas academias de ciências e letras, sendo eleito membro da Academia Francesa de Letras tornando-se imortal.
O amor do monarca pela língua hebraica, estudada durante toda a sua vida com dedicação ímpar, nasceu durante a juventude. Foram seus mestres rabinos e professores judeus, tanto no Brasil quanto no exterior. O domínio do hebraico era tão contundente que Pedro de Alcântara falava, lia, ouvia e escrevia na Língua Sagrada.
A motivação imperial centrava-se no interesse de ler a Bíblia no original, na religião judaica e nos hábitos culturais do Povo do Livro, além de ser uma forma de apagar os atos de crueldade cometidos por seus antepassados, reis de Portugal, durante o período da Inquisição.
Quando marechal Deodoro da Fonseca, através de uma ação covarde e traidora, decretou a 15 de Novembro de 1889 por meio de um golpe militar de estado o fim do período imperial numa quartelada quase sem força política e nenhum apoio popular, o início de um período republicano ditatorial, destituindo o último imperador e maior estadista brasileiro, Dom Pedro II, teve de partir em exílio para a Europa. O Brasil de Império independente e progressista tornava-se uma República retrógrada dependente de várias nações por iniciativa própria e sem recursos para sustentar a imensa onda políticos que visavam os próprios interesses e que até hoje continuam no poder. Com semelhança de fatos, Sua Majestade cotejou seu exílio com o exílio judaico e fez de seu objeto de estudo conforto para seu sofrimento aprofundando seu conhecimento da gramática e literatura hebraicas.
Contudo, seu interesse pelo povo judeu despertava a curiosidade todos e, por ser a sociedade preconceituosa, foi, em numerosas ocasiões, ridicularizado. Em um artigo publicado em 1872, o escritor antissemita português Eça de Queiroz, autor de “Os Maias”, deixa passar sua repulsa contra os israelitas ao debochar de D. Pedro: “Sua Majestade, conhecido pela modéstia nos costumes e nas iguarias que impõe no Palácio Real, tem na verdade uma gula especial e única: a língua hebraica. (...) Só sabe balbuciar ‘hebraico’. Certa vez, quando recebido com pompa nos palácios reais ingleses e solicitado a exprimir suas vontades e preferências, exclamou querer conhecer a comunidade judaica inglesa. Os oficiais da recepção tiveram a ridícula idéia de levar um Imperador a uma sinagoga. Rodeado por bufos judeus imersos em suas orações, pôde deglutir D. Pedro, com muita curiosidade e satisfação, porções inúteis sem fim de hebraico”.
Todavia, Sua Majestade não se contatava com a dedicação passiva. Foi autor de um livro de gramática hebraica, em francês; traduziu do hebraico para o francês a canção “Had Gadiá”, da Hagadá de Pessach, por compreender que a canção reflete a essência da justiça divina e seu poder sobre a vida e a morte.
Ainda se preocupou em traduzir para o francês, três cânticos litúrgicos antigos datados do século XVI ou XVII, que costumavam ser entoados nas festas de Brit Milá e Purim por algumas comunidades na Provença Francesa.
Em seu livro “Poésies Hébraïco-Provençales du Rituel Israélite Comtadin. Traduites et Transcrites par S.M. Dom Pedro II D’Alcantara, Empereur du Brésil. Avignon 1891” publicado com as traduções, D. Pedro expôs na introdução a história das canções e seu valor literário, para que seus leitores pudessem captar a luminosidade oculta nos tesouros da literatura hebraica.
No prefácio, confessou seu amor pela língua hebraica e descreveu as gradativas fases de seu estudo, mencionando com reverência os nomes de seus professores de hebraico: seu primeiro mestre o judeu sueco Akerblom, que vivia no Brasil; o segundo Dr. Heining; depois, Dr. Koch e, por último, Dr. Christian Seybold.
A respeito da publicação de D. Pedro II, a crítica literária judaica mundial afirmou que “nenhum de nossos homens de letras teve a idéia de salvar do esquecimento e da perda estas peças do folclore judaico, até que veio o Imperador brasileiro e coletou-as, interpretou-as, traduziu-as e publicou-as, com total fidelidade aos originais”.
Durante o exílio real em Paris, entre 1889 e 1891, D. Pedro II estabeleceu laços de amizade com intelectuais e escritores hebraístas e judeus. Um deles, Ephraim Deynard (1846-1936), em carta aberta, destacou o conhecimento da língua hebraica pelo Imperador, “Desta forma Sua Majestade destacou-se e gravou seu nome, em letras luminosas, na história e no coração do povo do D’us de Abraão. Esta saudação é-lhe dirigida por dezenas de milhares de filhos de Israel, pela grande honra que Sua Majestade conferiu a este povo antigo por ter estudado sua língua”.
Durante suas viagens à Europa, D. Pedro tinha o hábito de visitar sinagogas. O Imperador entrava incógnito e se sentava junto à porta, como se fosse um visitante pobre. Em algumas sinagogas, quando pensavam que fosse judeu e lhe destinavam a honra de ler na Torá e lhe perguntavam seu nome e de seu pai, D. Pedro II dizia quem era na verdade, respondendo humildemente que não era judeu. Em 22 de setembro de 1876, ele esteve na sinagoga de Odessa, Rússia, e se impressionou com a bela melodia das orações. Em demais ensejos, Sua Majestade costumava rezar com o sidur, livro próprio de orações em hebraico, assim sempre soube quando se levantar e o que dizer, acompanhando atentamente a liturgia.
Há um relato que em certa vez, no ano de 1871, na Grande Sinagoga de Great Portland Street, em Londres, se identificou após ser confundido em ser judeu, mas, mesmo assim recebeu a confirmação do convite de Leitura da Torá. D. Pedro fez o ritual da “subida” à Torá proferindo as respectivas bênçãos em hebraico e até mesmo traduzindo os versículos que havia lido. Logo após, diante dos presentes, emocionou a todos declarando: “Levarei comigo, em meu coração, o selo da Torá de Moisés, e suas palavras pairarão para sempre diante de meus olhos”.
Em dezembro de 1876, D. Pedro foi à Terra Santa, participou com os judeus das orações de sexta-feira à noite, no Muro das Lamentações. Foi, provavelmente, nesta viagem que o Imperador adquiriu os rolos da Torá, hoje tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e expostos no Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro. Pesquisadores israelenses consideram estes rolos da Torá como os mais antigos existentes no mundo, datando do século XIV ou XV.
A sinagoga mais antiga do Rio de Janeiro, a Shel Guemilut Hassadim dos marroquinos, em Botafogo, foi fundada durante o seu Império.
Por fim, D. Pedro II faleceu em Paris no dia 5 de dezembro de 1891. No texto publicado pelo jornal HaTsfirá, A Sirene, editado em Varsóvia, na Polônia, em língua hebraica, escreveu o redator a respeito da vasta cultura de D. Pedro II e seu especial interesse pela língua hebraica, ressaltando o fato de o Imperador do Brasil saber e falar fluentemente o hebraico: “Bem aventurados aqueles que viram D. Pedro II, Imperador do Brasil, e ouviram-no falar na língua sagrada. Bem aventurados todos aqueles que o saudaram e foram por ele saudados”.
Divulgação: www.juliosevero.com

Quem são os Illuminati? Melhor explicação

A Mulher que calou os illuminati e a globo em reunião no Brasil

FNUAP: Crianças Têm Direito a Sexo, Drogas e Aborto para Reduzir a População Posted: 23 Nov 2014 03:14 PM PST









Dra. Rebecca Oas
NOVA IORQUE, EUA, novembro (C-Fam) Há mais jovens no mundo agora do que já houve antes. De acordo com o relatóriomais recente do Fundo de População da ONU, isso representa uma oportunidade sem precedente para progresso, mas só se as gerações futuras forem menores.
A prescrição do FNUAP para garantir um “dividendo demográfico” inclui acesso livre ao aborto para adolescentes, removendo leis de idade de consentimento, leis a favor de drogas e prostituição e redução do envolvimento dos pais na formação sexual de seus filhos.
“Os jovens precisam de uma ampla variedade de serviços de saúde sexual e reprodutiva, inclusive… assistência de aborto seguro,” diz o relatório Situação da População Mundial 2014, lançado na terça-feira. De acordo com o FNUAP, os sistemas legais na maioria dos países ficam atrás em compromissos que fizeram em tratados internacionais de direitos humanos, e têm “ainda de alcançar as realidades dos adolescentes e jovens.”
Nenhum tratado da ONU menciona aborto, nem obriga os países a vulnerabilizar jovens a adultos que oferecem serviços sexuais e reprodutivos.
De preocupação especial para o FNUAP são as leis de idade de consentimento sexual que requerem permissão dos pais para ter acesso ao aborto, contraceptivos ou outros serviços como campanhas de troca de agulha para usuários de drogas.
“Leis de idade de consentimento contradizem a ideia de que os jovens devem participar das decisões que os afetam de acordo com suas aptidões em desenvolvimento,” diz o relatório, igualando participação na tomada de decisões com controle unilateral.
O FNUAP também critica as leis contra a “conduta de mesmo sexo, uso de drogas e venda de sexo ou trabalho sexual,” na base de que essas leis “recaem de forma particular nos jovens que estão concretizando sua saúde sexual e reprodutiva e direitos reprodutivos.”
Idealmente, os pais deveriam ser a principal fonte de informações e orientação sobre sexualidade, o relatório permite, mas isso “não acontece do jeito que deveria.” Na opinião do FNUAP, os pais muitas vezes “não sabem como falar com seus filhos sobre tais assuntos.”
O relatório postula que “dá para se influenciar” mudanças práticas de conduta entre os jovens “por meio de intervenções de políticas, tais como as que afrouxam as restrições de idade ou de consentimento dos pais sobre o acesso dos adolescentes aos serviços.”
Embora a preocupação principal do FNUAP seja reduzir o crescimento populacional, seu foco nos jovens é saturado da linguagem de direitos humanos, maximização de potencial e remoção das barreiras para o sucesso. Os jovens não são apenas os alvos da estratégia, mas estão também sendo treinadospara serem seus principais promotores. Isso significa lhes dar mensagens que eles não estão ouvindo em casa ou nas suas comunidades.
Entretanto, a premissa de que reduzir a fertilidade dos países em desenvolvimento os arremessará para a prosperidade é questionável. Os países com baixa fertilidade e crescentes populações de idosos enfrentam cargas financeiras, pois crianças dependentes incorrem em despesas mais baixas do que idosos dependentes.
Os economistas têm observado que uma queda na fertilidade tende a vir no rastro, em vez de preceder, o aumento na prosperidade econômica, que é a razão por que o “dividendo demográfico” parecia mais pronunciado na Ásia do que na América Latina ou outras regiões em desenvolvimento.
Embora o relatório reconheça que os jovens sofram limitações com a estagnação econômica e falta de escolaridade ou oportunidades de emprego, sua preocupação principal é que a pobreza “pode ser uma barreira muito forte para indivíduos obterem o que precisam para alcançar sua saúde sexual e reprodutiva e direitos reprodutivos.”
No total, o relatório do FNUAP afirma que a chave para o desenvolvimento é garantir que a conduta sexual dos adolescentes fique sem supervisão, sem limites, tenha financiamento público e, acima de tudo, seja não procriativa. O FNUAP postula que a imposição da anarquia sexual nos jovens garantirá o bem-estar deles e o do mundo inteiro.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
 
 Divulgação: www.juliosevero.com

Washington, D.C.: A capital do governo mundial imoral




Julio Severo
Enquanto estou escrevendo sobre o governo dos EUA como a capital do governo mundial imoral, o Departamento de Estado dos EUA e a USAID estão realizando a terceira Conferência para Avançar os Direitos Humanos LGBT e Promover Desenvolvimento Inclusivo para Indivíduos Lésbicos, Gays, Bissexuais e Transgêneros (LGBT) em 12-14 de novembro em Washington, D.C., EUA.
Importantes autoridades do governo dos EUA estão palestrando no evento.
A conferência está reunindo autoridades governamentais, financiadores particulares, líderes empresariais, especialistas acadêmicos e ativistas homossexuais de mais de 30 países para aumentar a coordenação, cooperação e recursos dedicados para promover a agenda homossexual no mundo inteiro, e para garantir a plena inclusão de ativistas homossexuais em estruturas de poder político.
A conferência está focando em estratégias de assistência diplomática e externa para lidar com questões homossexuais no mundo todo. Está discutindo também as melhores formas de envolver as comunidades religiosas para apoiar a agenda homossexual e integrá-la em programas de desenvolvimento.
Se Sodoma deu ao mundo uma militância homossexual sem treinamento e sofisticação, os Estados Unidos podem se orgulhar de terem sobrepujado Sodoma, dando ao mundo uma militância homossexual agressiva, treinada e sofisticada.
Os esforços do governo americano para integrar a agenda gay em programas de desenvolvimento e estruturas de poder político terão sucesso? Temo que sim. Quarenta anos atrás, o NSSM 200, um documento ultrassecreto do governo dos EUA, deixava claro que que a ONU, o Banco Mundial e muitas outras grandes organizações internacionais deveriam ser usados para integrar o controle populacional em programas de desenvolvimento e assistência médica. O controle populacional era apresentado como “planejamento familiar,” mas seu objetivo nunca foi o bem-estar da família. Era redução populacional para atender às ambições dos EUA de se apoderar ou guardar recursos naturais de outras nações para uso americano atual e futuro. Por causa dos esforços dos EUA quarenta anos atrás, hoje o “planejamento familiar” é tão natural quanto o próprio casamento.
Evidentemente, agora a estratégia é tornar a agenda gay e seu casamento fajuto tão naturais quanto o “planejamento familiar.”
Deus transformou Sodoma em cinzas. Os EUA estão se distinguindo tornando Sodoma global e refinada. Os EUA estão espalhando as cinzas de Sodoma no mundo inteiro para semear uma Sodoma nova, maior e global.
Dias atrás, Billy Graham disse: “Os EUA são tão maus quanto Sodoma e Gomorra.” E muitas vezes ele menciona: “Se Deus não castigar os Estados Unidos, Ele terá de pedir perdão para Sodoma e Gomorra”.
Para avançar a agenda gay, os EUA querem tornar o mundo tão mau quanto Sodoma e Gomorra eram.
Os conservadores brasileiros muitas vezes falam de uma decadência moral dos Estados Unidos como uma consequência direta da influência e ações da União Soviética, que nasceu em 1917. Eles tratam os EUA como se fossem, antes da União Soviética, uma donzela pura.
Eu também tinha tal ideia, principalmente como um evangélico que era influenciado por missionários americanos. O fato é que achávamos que os EUA, principalmente no começo do século XX, eram extremamente protestantes. Uma nação ainda mais protestante, ainda mais moral, ainda mais pura.
Temos o registro histórico para apoiar isso. Ao assinar a Declaração de Independência dos Estados Unidos, Samuel Adams afirmou: “Tenho a confiança de que neste dia o reinado do protestantismo político se iniciará”. Os 56 signatários eram na grande maioria protestantes.
De acordo com Patricia Bonomi, professora emérita da Universidade de Nova Iorque: “Os colonos americanos eram 98 por cento protestantes”.
Em menos de um século, o reinado do protestantismo político em Washington, D.C. era exatamente o contrário do que era pregado por igrejas e pastores protestantes.
De acordo com uma reportagem do DailyMail, Washington D.C. na década de 1890 tinha um reinado de prostituição. Essa era a capital da nação mais protestante do mundo, quando o protestantismo era muito mais elevado do que hoje na nação americana. E lembre-se: não havia União Soviética.
A reportagem do DailyMail disse: “Os vizinhos da Casa Branca na década de 1890 incluíam 108 bordeis e 50 bares de bebida alcoólica.” A prostituição era desenfreada ao redor da Casa Branca mais de um século atrás.
Um autor daquele tempo, mencionado pelo DailyMail, fez um mapa com uma explicação de como 108 casas de prostituição tiveram liberdade de prosperar tão perto da Casa Branca.
Ele disse acerca de Grover Cleveland (1837-1908), que foi o 22º e 24º presidente dos Estados Unidos (1885-89, 1893-1897): “Grover Cleveland pode se sentar em frente da janela de seu quarto de dormir na Casa Branca e obter uma visão completa do território. Ao total alcance dos olhos dele estão cada um dos 108 prostíbulos que desafiam a lei que ele tem a obrigação de cumprir por meio de seus comissários.”
Se a Casa Branca estivesse cercada de 108 prostitutas, já seria suficientemente repugnante. Mas 108 bordeis? Isso era muita prostituição. Washington, D.C. não tinha nenhuma outra atividade mais importante em que se envolver?
Por que a prostituição, considerada a profissão mais antiga do mundo, estava tão desenfreada e perto da Casa Branca? Talvez a resposta esteja no que Ronald Reagan disse: “Diz-se que a política é a segunda profissão mais antiga. Aprendi que tem uma semelhança impressionante com a primeira.”
O DailyMail disse que décadas mais tarde essa mesma área em torno da Casa Branca mantinha sua notoriedade de prostituição.
Eu não minimizo a influência soviética décadas depois de 1890. Mas havia uma grave decadência moral em torno da Casa Branca antes de qualquer influência soviética. Havia a influência do pecado.
Não dá, pois, para se atribuir a predominante perversão moral na atual sociedade americana, especialmente na política, exclusivamente à União Soviética.
A Bíblia diz: “Ninguém desonre a sua filha tornando-a uma prostituta, se não a terra se entregará à prostituição e se encherá de perversidade.” (Levítico 19:29 NVI)
Na década de 1890 a capital dos EUA se entregou à prostituição e, consequentemente, “se encheu de perversidade.”
A propósito, a capital americana mantém o velho perfil de lugar cheio de indivíduos pervertidos. Uma reportagem do WND disse que apesar de seus casos sexuais na Casa Branca, Bill Clinton foi classificado como o presidente americano mais admirado dos últimos 25 anos.
No assunto de casos sexuais na Casa Branca, John Kennedy superou todos os outros presidentes adúlteros dos EUA. A depravação dele na Casa Branca foi consequência da União Soviética, ou da mesma influência de pecado na vizinhança da Casa Branca na década de 1890? Creio que a compreensão cristã correta é o antigo contexto de bordeis.
Espero que meu artigo ajude os cristãos conservadores no Brasil e nos EUA a verem que se querem influenciar de modo positivo o poder mundial que Washington D.C. tem no mundo todo, eles deveriam primeiro compreender que os problemas morais no governo americano começaram muito antes da União Soviética. Sem tal compreensão, eles não terão êxito em orar e impedir um governo americano que tem feito da perversão sexual (a sodomia) uma prioridade máxima de sua política externa.
Os EUA estão homossexualizando o mundo ao financiarem, treinarem e sofisticarem a militância homossexual internacional.
Os EUA prostituíram suas filhas muitas décadas atrás, sua terra caiu em prostituição e agora sua terra se encheu de perversidade. Seu governo se tornou cheio de perversidade, inclusive de sodomia.
A conferência que está se realizando neste exato momento em Washington, D.C., pelo Departamento de Estado dos EUA e a USAID quer engajar as comunidades religiosas para apoiar a agenda homossexual.
Talvez a Catedral Nacional de Washington seja o melhor exemplo dessas ambições. A catedral de 106 anos tem servido como centro espiritual para os presidentes dos EUA, realizando os funerais dos presidentes Ronald Reagan e Gerald Ford.
Em 2013, o Rev. Gary Hall, deão da Catedral Nacional de Washington, disse que os cristãos deveriam adotar o “casamento” homossexual nas igrejas.
De acordo com Scott Lively, a tradição judaica diz que o “casamento” gay foi o último pecado antes do Grande Dilúvio.
Depois de seu apoio ao “casamento” homossexual, a Catedral Nacional de Washington estará realizando um culto com reza islâmica pela primeira vez em 14 de novembro.
Washington, D.C. e seu Departamento de Estado, a USAID e sua melhor catedral protestante estão cheios de perversidade e sodomia.

Ateísta Ed Brayton: Julio Severo é um ‘doido’ brasileiro Posted: 24 Nov 2014 06:27 AM PST



Julio Severo
A homossexualidade e o controle populacional têm algo em comum? Se você crê que sim, então você é um ‘doido’ — rótulo que o ateísta Ed Brayton usou contra mim, Julio Severo, porque sou um desses crentes.
Ed Brayton
No entanto, não sou a única vítima dos ataques dele. Ele também atacou o WorldNetDaily, e num programa de TV da C-SPAN, ele rotulou Chuck Norris de ‘retardado’ porque Norris disse que se Obama fosse eleito em 2012, o socialismo dele levaria os EUA a mil anos de escuridão.
Concordo com Norris: os EUA podem se preparar para mil anos de escuridão socialista por causa de Obama e seu partido.
O gordo Brayton tem um blog que tem o título de “Dispatches from the Culture Wars” (Despachos das Guerras Culturais). Ele é também um defensor do evolucionismo.
De acordo com a Conservapedia, Chuck Norris acha que a maioria do problema de obesidade nos EUA é consequência do hedonismo e que os cristãos têm boas razões para acreditar que um estilo de vida hedonista é um dos fatores que causam o ateísmo. Esse é outro motivo por que o gordo Ed Brayton odeia Norris.
Brayton tem aparecido no programa de TV Rachel Maddow Show. Rachel foi a primeira âncora abertamente lésbica a apresentar um grande programa noticioso de TV em horário nobre nos EUA. Ele tem também sido convidado em outros programas esquerdistas.  
Por falta de argumentos e racionalidade, a única opção que resta a indivíduos esquerdistas é recorrer a insultos: ‘doido,’ ‘retardado,’ etc. Além disso, palavrões são a linguagem natural deles. Como é que sei disso? A Esquerda secular e cristã brasileira tem usado essa linguagem ao falar de mim e minhas opiniões conservadoras.
Acerca da Esquerda americana, parece que seus adeptos não estão gostando da coluna que Matt Barber me deu em seu portal conservador BarbWire.
Em seu blog, Brayton se descreve: “Depois de gastar vários anos fazendo turnê pelos EUA como comediante solitário, Ed Brayton se cansou de explicar suas piadas… e voltou-se para escrever… para as vozes de sua cabeça.”
Sempre suspeitei que os socialistas têm vozes estranhas na cabeça — nos tempos da Bíblia, as pessoas chamavam esse problema de ‘possessão demoníaca.’
Desta vez as vozes disseram a esse comediante pesado e desajeitado que a homossexualidade não reduz as taxas de natalidade e que, sim, ele é um cara inteligente!
As vozes dele também lhe disseram que na guerra cultural para espalhar mentiras socialistas e homossexualistas no mundo inteiro, Julio Severo é outro inimigo que merece os ataques dele.
Tendo ou não nojo, pelo menos ele está lendo minha coluna no BarbWire!

Doido: A Questão Homossexual é Toda sobre Controle Populacional

Julio Severo é um doido brasileiro que está agora escrevendo para o BarbWire, onde ele faz a afirmação incrivelmente absurda de que a luta pela igualdade LGBT é realmente toda sobre reduzir a população. Burro, pelo fato de que conexões causais são para pessoas inteligentes, nenhuma das quais dá para achar aqui. Fazendo referência a uma conferência da USAID sobre direitos gays no mundo todo na semana passada, ele escreve:
A conferência está reunindo autoridades governamentais, financiadores particulares, líderes empresariais, especialistas acadêmicos e ativistas homossexuais de mais de 30 países para aumentar a coordenação, cooperação e recursos dedicados para promover a agenda homossexual no mundo inteiro, e para garantir a plena inclusão de ativistas homossexuais em estruturas de poder político.
A conferência está focando em estratégias de assistência diplomática e externa para lidar com questões homossexuais no mundo todo. Está discutindo também as melhores formas de envolver as comunidades religiosas para apoiar a agenda homossexual e integrá-la em programas de desenvolvimento.
Se Sodoma deu ao mundo uma militância homossexual sem treinamento e sofisticação, os Estados Unidos podem se orgulhar de terem sobrepujado Sodoma, dando ao mundo uma militância homossexual agressiva, treinada e sofisticada.
Os esforços do governo americano para integrar a agenda gay em programas de desenvolvimento e estruturas de poder político terão sucesso? Temo que sim. Quarenta anos atrás, o NSSM 200, um documento ultrassecreto do governo dos EUA, deixava claro que que a ONU, o Banco Mundial e muitas outras grandes organizações internacionais deveriam ser usados para integrar o controle populacional em programas de desenvolvimento e assistência médica. O controle populacional era apresentado como “planejamento familiar,” mas seu objetivo nunca foi o bem-estar da família. Era redução populacional para atender às ambições dos EUA de se apoderar ou guardar recursos naturais de outras nações para uso americano atual e futuro. Por causa dos esforços dos EUA quarenta anos atrás, hoje o “planejamento familiar” é tão natural quanto o próprio casamento.
Evidentemente, agora a estratégia é tornar a agenda gay e seu casamento fajuto tão naturais quanto o “planejamento familiar.”
Deus transformou Sodoma em cinzas. Os EUA estão se distinguindo tornando Sodoma global e refinada. Os EUA estão espalhando as cinzas de Sodoma no mundo inteiro para semear uma Sodoma nova, maior e global.
Sim, pois obviamente se começarmos a tratar homossexuais como seres humanos com direitos iguais, todos vão imediatamente se tornar gays, parar de ter filhos e destruir a espécie. Pois o homossexual, de acordo com a direita cristã, é a coisa mais sedutora da história. É tão opressivamente tentadora que temos de tornar a vida dos homossexuais miserável a fim de impedir as pessoas que estão se tornando gays. É nisso que esses fanáticos realmente acreditam.

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