Sem resposta dos EUA, Rússia estaria se preparando para atacar sozinha o Estado Islâmico





As discussões políticas para um ataque conjunto contra o Estado Islâmico vêm se alongando há bastante tempo, enquanto os terroristas continuam a praticar atrocidades. Inquieto, o presidente da Rússia deu sinais de que poderá empreender sua própria campanha militar caso os Estados Unidos não cheguem a um acordo sobre o tema.
De acordo com informações da agência Bloomberg, a Rússia já teria aumentado seu efetivo militar na Síria, além de aumentar o fornecimento de armas ao exército do país, ainda comandado pelo presidente Bashar al-Assad, antigo aliado dos russos.
Fontes ouvidas pela agência Reuters disseram que por parte da Rússia há a expectativa de que um acordo internacional para combater o Estado Islâmico seja fechado em breve, iniciando assim uma ação que ponha fim à guerra civil na Síria, que já dura cinco anos.
O presidente Putin teria preferência por uma ação conjunta com os Estados Unidos e seus aliados, com comando dos norte-americanos em parceria com a Rússia, Irã e a própria Síria.
No entanto, ciente de que essas negociações podem encontrar obstáculos, o presidente teria solicitado aos militares de seu país que criassem uma “pista paralela” de ação, que envolvesse os ataques ao Estado Islâmico e um compromisso de transição política que culmine com a saída do presidente Assad. Esse ponto é uma das principais exigências dos Estados Unidos.
A demora da resposta dos Estados Unidos à proposta feita pela Rússia estaria deixando Putin frustrado e decidido a agir sozinho para combater o Estado Islâmico, caso fosse necessário, de acordo com a fonte da agência de informações.
A guerra civil na Síria surgiu na onda de manifestações chamada de “Primavera Árabe”. Milhões de pessoas foram às ruas pedir a queda de Assad, há décadas no poder. Os protestos geraram enorme tensão política, o que permitiu o crescimento do Estado Islâmico, que atualmente domina grandes áreas no interior do país.
Publicado por Tiago Chagas em 25 de setembro de 2015 

Verdades Secretas: após cena em que missionário socorre personagem estuprada, JMN destaca que projeto é real


Publicado por Tiago Chagas em 24 de setembro de 2015 


A novela Verdades Secretas expôs recentemente parte do trabalho desenvolvido pela Junta de Missões Nacionais (JMN), da Convenção Batista Brasileira, na cracolândia, em São Paulo (SP), em uma cena que a personagem Larissa (Grazi Massafera) sofre com os efeitos da dependência química e é estuprada.
As cenas fortes, exibidas pela Globo na última terça-feira, 22 de setembro, mostraram a personagem – uma modelo que teve a carreira arruinada pelo vício – sofrendo o que é a realidade de pessoas que sobrevivem naquela região.
Na sequência, um missionário que atua na cracolândia socorre Larissa e a acalma, falando sobre a mensagem de transformação do Evangelho.
O autor da novela, Walcyr Carrasco, inseriu os missionários na trama de forma a narrar uma realidade. O Cristolândia, trabalho missionário da JMN desenvolvido há anos na cracolândia, é um dos mais sérios e reconhecidos projetos sociais na região.
Aproveitando a menção honesta na novela, os missionários do Cristolânia destacaram a veracidade das atuações narradas na novela junto aos dependentes químicos: “Esta é uma realidade que nossos missionários, radicais e voluntários vivenciam diariamente ao levar a mensagem de libertação e salvação aos dependentes químicos em meio ao caos humano que é uma cracolândia”, afirmou a JMN em uma nota publicada em seu site.
De acordo com a junta missionária, o projeto Cristolândia está presente em sete capitais brasileiras, “com 35 unidades de recuperação e assistência aos dependentes químicos e abrigamos temporariamente 850 pessoas”, enumera o texto. “Também realizamos 150 mil atendimentos por ano e distribuímos 5 mil refeições por dia. Transformação de vidas por meio do Evangelho de Cristo Jesus!”, acrescenta a nota.
Para conhecer mais o trabalho da Junta de Missões Nacionais na cracolândia, acesse este link.:

http://www.missoesnacionais.com.br/

EUA bloqueiam proposta da Rússia de incluir Estado Islâmico em lista negra da ONU












Posted: 24 Sep 2015 06:14 PM PDT



Os Estados Unidos bloquearam a proposta da Rússia de incluir o grupo terrorista Estado Islâmico na lista de sanções do Conselho de Segurança da ONU, mas Moscou continuará levantando essa questão. A declaração é do diretor do departamento para novos desafios e ameaças do ministério das relações exteriores da Rússia, Ilia Rogachev.

“Não é segredo pra ninguém que o Estado Islâmico é uma estrutura independente que de certa foram serve como rival da ‘Al-Qaeda’. Nós já propomos incluir o Estado Islâmico na lista de sanções da ONU como grupo independente. Mas nossa proposta é bloqueada pelos membros ocidentais do Conselho de Segurança, em primeiro lugar os EUA, sob vários pretextos”, afirmou o diplomata russo. 
Segundo Rogachev, eles consideram
que o “Estado Islâmico é a ‘Al-Qaeda’ no Iraque,  que mudou de ‘marca’, que a Al-Qaeda renasceu, que a ‘Al-Qaeda no Iraque’ não existe mais, mas Moscou possui “outras informações”.
“Nós consideramos que os americanos afirmam isso apenas por causa das circunstâncias: o desejo de mostrar que o poder do Estado Islâmico e o seu sucesso atual não deriva do fato de que os ocidentais, especialmente os Estados Unidos, nutriram a oposição ao governo de Bashar al-Assad, inclusive destinando recursos significativos nas mãos de extremistas. Isso é uma posição puramente política, que não tem quase nada a ver com medidas antiterroristas. Portanto, nós levantamos fortemente esta questão e continuaremos a colocar enfaticamente", disse Rogachev. 
Fonte: Sputnik
Divulgação: www.juliosevero.com

Governo quer impor ideologia de gênero às escolas e MEC cria comitê para discutir assunto


Publicado por Tiago Chagas em 20 de setembro de 2015


O governo federal quer avançar na implementação da ideologia de gênero nas escolas públicas brasileiras e criou, através do Ministério da Educação (MEC), o Comitê de Gênero, para debater métodos de abordagem do assunto.
O anúncio foi feito pelo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro (foto), após a publicação da portaria nº 916, de 9 de setembro de 2015, assinada mesmo com a negativa do Congresso Nacional em estabelecer esse assunto como uma meta da política nacional de ensino do Brasil.
O texto da portaria diz que o trabalho do Comitê será voltado à discussão de “práticas pedagógicas e conteúdos curriculares que contemplem e respeitem as diversidades relativas a gênero”.
A ideologia de gênero, em resumo, prega que a identidade sexual de uma pessoa seja construída a partir de suas experiências sociais, culturais e afetivas, e não a partir de sua constituição biológica. Na prática, isso significa dizer que, se implementada nas escolas, os alunos passariam a aprender que ser homem ou mulher é uma escolha pessoal, devendo assim, decidirem como querem ser tratados.
Essa linha ideológica foi recusada como política nacional de ensino em 2014 pelo Congresso Nacional, porém o MEC ignorou essa decisão e exigiu que os estados e municípios instituíssem essa matéria no currículo escolar. A pressão do governo não surtiu efeito, e a maioria do deputados estaduais e vereadores também recusaram o tema em votações nas suas respectivas esferas.
Especialistas em educação atribuem essa iniciativa à influência do pensamento comunista/marxista abraço pelo governo petista: “A ideologia de gênero, contrariamente ao que dizem seus ativistas, não tem por finalidade combater a discriminação contra minorias. Ela tem origem no movimento marxista e tem por finalidade abolir a instituição familiar da estrutura social. É doutrina de Marx a noção de que a primeira de todas as opressões é constituída pela própria família, e que, sem a abolição da família, não poderá ser levada adiante a revolução comunista. Esta doutrina foi claramente exposta no último livro escrito por Marx, intitulado ‘A Origem da Família, da Propriedade e do Estado’, finalizado postumamente por [Friedrich] Engels”, contextualizou Alberto Monteiro, pesquisador sobre o assunto.
O pastor Marco Feliciano (PSC-SP) se posicionou a respeito do tema e disse que a bancada evangélica quer aprovar um decreto legislativo para “sustar essa resolução”, além de pedir à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados a convocação do ministro da educação para explicar o motivo de o MEC seguir desrespeitando as decisões tomadas de maneira soberana no Congresso Nacional: “Por que essa ditadura? Por que só privilegiar esse grupo? Por que só eles se interessam nisso? A população não aceita isso”, afirmou Feliciano.
Dirigindo-se ao ministro, o pastor seguiu com as críticas: “O seu governo, que chamo de desgoverno, já destruiu tudo que nós tínhamos, a economia, fontes de renda, os desejos e os sonhos dos brasileiros, e agora o senhor também quer ajudar a destruir a nossa família?”, questionou.


Cristãos são espancados durante culto por se recusarem a adorar ídolos hindus; Ore

Imagem ilustrativa


A perseguição religiosa a cristãos na Índia teve um novo e triste episódio na última terça-feira, 15 de setembro, quando radicais hindus, armados com machados, tacos e pás agrediram um grupo de fiéis que estavam reunidos em oração.
O ataque, registrado no estado de Jharkhand, deixou seis pessoas feridas gravemente, de acordo com informações do Christian Post.
O grupo de extremistas tinha em torno de 15 pessoas, que prometeram “acabar” com os cristãos que estavam cultuando. No total, incluindo os pastores, os fiéis somavam 30 pessoas.
O pastor Akash Nandi relatou que os hindus ordenaram que o culto fosse interrompido, mas os fiéis se negaram: “Depois disso, dois homens entraram e pediram ao pastor e aos outros para irem para fora do local, mas os cristãos se recusaram a ir”, contou Nandi.
Enquanto uma parte dos extremistas agredia os fiéis, outros vandalizavam a moto do pastor Sarvajit Bharti. Outro pastor, Mitilesh Kumar, foi arrastado para fora do local onde estavam reunidos e ouviu dos radicais que eles deveriam adorar os ídolos hindus.
“Mitilesh respondeu que eles não estavam fazendo nada de errado por adorar a Cristo, e eles não iriam parar”, disse Nandi, acrescentando que vários fiéis foram “impiedosamente espancados” pelos extremistas, incluindo uma idosa de 60 anos, que teve as mãos fraturadas
“Desde abril deste ano, temos sido pressionados a escolher entre Cristo e as nossas vidas, e somos constantemente ameaçados de sermos expulsos da aldeia se não renunciarmos a Cristo”, afirmou o pastor, chamando a atenção para o fato de que a perseguição inclui ainda a restrição do acesso dos cristãos da região aos poços de água.
“A situação é tensa, já que os extremistas estão perseguindo fortemente os cristãos e os ameaçam a serem queimados se eles não deixarem Cristo. É difícil para as crianças estar sem água adequada para beber, já que os cristãos são impedidos de tirar água do poço”, lamentou.

Publicado por Tiago Chagas em 18 de setembro de 2015 

Última “lua de sangue” poderá iniciar cumprimento de profecias do fim do mundo, dizem estudiosos





A última “lua de sangue” da tétrade iniciada em abril de 2014 surgirá nos céus no próximo dia 27 de setembro, de acordo com as expectativas de astrônomos que estudam o fenômeno. Para muitos cristãos, o evento pode marcar o início da última fase de uma profecia bíblica relacionada ao fim dos tempos.
Cientificamente, a lua de sangue é resultado do alinhamento entre o Sol, a Terra e a própria Lua. A cor de tom avermelhado que o satélite irá ganhar se deve a esse alinhamento, uma vez que a luz solar atinge a lua após atravessar a atmosfera terrestre, segundo informações do portal Uol.
O fenômeno deverá durar 1 hora e 12 minutos no total, e é considerado raro. Os registros mais recentes incluem eventos semelhantes em 1910, 1928, 1946, 1964, 1982, sendo que o próximo está previsto para acontecer apenas em 2033.
O pastor John Hagee, autor do livro “Four Blood Moons: Something Is About to Change” (“Quatro Luas de Sangue: Algo Está Prestes a Mudar”, em tradução livre), usa trechos das passagens bíblicas de Lucas 21:25 e Atos dos Apóstolos 2:20 que, respectivamente, se referem ao fim dos tempos afirmando que “haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas” e que “o sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes de chegar o grande e glorioso dia do Senhor”.
Entre os teólogos estudiosos do assunto, há quem entenda que o final da tétrade de “luas de sangue” pode marcar os sete anos da grande tribulação prevista no Apocalipse.
Os adeptos dessa teoria associam a atual e crescente tensão entre Israel e os vizinhos muçulmanos às profecias bíblicas. O surgimento do Estado Islâmico, que tem entre seus alvos os judeus; a iniciativa de judeus ortodoxos em preparar a reconstrução do Templo de Jerusalém; e a proposta de divisão do território israelense em negociação na ONU também são apontadas como indícios de cumprimento da profecia bíblica, uma vez que um conflito militar na região é visto como iminente
John Hagee acrescenta a essa mistura um recente acordo político entre o Irã e outros países que integram o Conselho de Segurança da ONU, permitindo o uso de energia nuclear pelo país teocrático muçulmano: “Eu já disse isso muitas vezes e digo de novo: o dia em que a América virar as costas para Israel será o dia em que Deus vai virar as costas para a América. O dia em que este acordo nuclear com Irã for finalmente assinado, selado e entregue, será o dia em que vamos enfiar o dedo no olho de Deus”, disse o pastor à emissora cristã CBN.
“O que os Estados Unidos da América têm feito no acordo com o Irã é garantir guerra. Qualquer pessoa no mundo que tenha qualquer concepção sobre a ideologia do Irã sabe que a guerra está chegando. Essas pessoas estavam gritando ‘morte à América’ e ‘morte a Israel’ no dia em que o acordo foi assinado no Irã, [que] vem dizendo há anos que estão prontos para varrer Israel do mapa. Eles têm a vontade de fazê-lo, e agora que a administração Obama tem pavimentado o caminho para eles construírem uma arma nuclear, o Irã tem o poder de fazê-lo”, lamentou Hagee.

Publicado por Tiago Chagas em 18 de setembro de 2015 

Em discurso confuso, presidente Dilma associa o progresso da ciência à Arca de Noé; Assista





A presidente Dilma Rousseff (PT) fez um discurso na última terça-feira, 15 de setembro, associando a arca construída por Noé para se prevenir do dilúvio aos avanços promovidos pela ciência ao longo dos séculos.

Conhecida por seus improvisos confusos e, muitas vezes, desconexos, a presidente tornou-se, mais uma vez, alvo de piadas nas redes sociais e blogs sobre política.

A cerimônia em que Dilma discursava era a entrega do 28º Prêmio Jovem Cientista, com uma plateia formada por pesquisadores e estudiosos, além dos inscritos na premiação. A presidente, então, ressaltando a importância da ciência para a humanidade – e suas aplicações em um “país pacífico” como o Brasil -, usou a embarcação construída pelo personagem bíblico como uma espécie de marco científico.

“Considerando a capacidade de distribuir o seu desenvolvimento com a sua população, transformar o mundo significa, necessariamente, levar a cada uma das pessoas as melhores condições de vida, não é, Aldo [Rebelo]?, desde a Arca de Noé”, afirmou Dilma.

A curiosidade é que, no meio científico, admite-se que uma embarcação como a arca descrita na Bíblia poderia abrigar um grande número de espécie e flutuar em uma inundação, mas com a ressalva de que a narrativa é improvável. Muitos cientistas são céticos quanto à ocorrência de um dilúvio milênios atrás e até à iniciativa de preservação de espécies protagonizada por Noé.

Não demorou para que a fala da presidente virasse uma nova piada: “Dizer o quê? É… Quando Noé, um conservador, escolheu um macho e uma fêmea de cada espécie para enfrentar aquele chuvisqueiro, não deixava de haver ciência ali, né? Sabe como é… Um macho, uma fêmea, o balanço da arca, aquele tédio, Kiko Zambianchi na vitrola: ‘Mas só chove, chove, chove…’. Hoje em dia, Noé teria trabalho, coitadinho! As transgêneras logo se levantariam: ‘A gente vai morrer afogada, seu Noé?’”, escreveu o jornalista Reinaldo Azevedo em seu blog no site da revista Veja, fazendo troça com a fala da presidente e com o posicionamento ideológico de seu partido a respeito das minorias sexuais.


Assista ao trecho do discurso de Dilma Rousseff:





Publicado por Tiago Chagas em 18 de setembro de 2015 

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